
13 de maio de 2008
"O Outro Céu"
Nuvem enclausurada no mais divino, as mãos erguem vontades de rei num palácio cristalizado e vestido de sol.
Minha nova morada…
Ousada a vaga de mar verte o corpo excitado que mãos sinceras elevam, cavalgam as novas moradas do céu, sou cavaleiro do tempo numa armadura de vento.
As gentes, meu trono… O fio desta arma enclausura a nuvem que logo se dissipa consumida pelo sabor da trovoada.
O livro sagrado, páginas desmitificadas, os olhos sangrando, os corpos caem, tão farto…
Poltrona onde sento o tempo, anjos de veste escura acomodam-se na cama onde me sento, o pensamento é ouro que flui nas veias irrequietas deste pesadelo.
A ala real afasta as cortinas… Deixem passar! Deixem passar!
Abrem-se as portas dessa morada, sonho enclausurado namora a vaga de chuva, são olhos de cristal que te constroem nas mãos de cavaleiro a moldura pálida de novo reino.
Sou rei, das estrelas inventadas em noite escura, que espada nobre meu corpo segura, batalha dos meus pensamentos a alma escura, são as vagas de mar ousadas que meu corpo enclausura.
Rei de nascimento, mendigo em prados sangrentos, da fome escura o momento fatal são os presentes, gente de medo conforta os prados ainda verdes, batalha de sol e de chuva, o céu vende pedaços de inferno, na nostalgia desta pintura ferida de Inverno.
De que cor? … Quem sou eu?
Um lugar sereno, a arma dispara cega de ódio, consigo ver as almas subindo, a nuvem escura alimentada, o céu tão gigante e tão pequeno.
Sou rei… Das paisagens um eco, a palavra recitada no palácio de cristal, é pó na poltrona emoldurada onde me cerquei.
Atrás de mim o pesadelo súbdito das minhas carências.
Céu e inferno, a gente humana cava sepulturas de silêncio, vida eterna a alma promete, vontade divina de um rei é para sempre.
Quem precisa de abrigo?
Abrem-se as portadas, a sala monstruosa acolhe fragmentos de alma ou gente.
Onde está o meu reino?
Tudo à volta é carnavalesco, o sol vermelho, o céu de cinza rasgando o olhar de quem o consome, ser rei… Ser gente, prisioneiro de um qualquer lugar.
Sim, ser rei não é mais que ser gente igual a outra gente.
Chamam-me plebe? Não chamam-me homem, com um lugar cativo em qualquer outro céu com janelas de diamante ou de vidro.
Bem - vindo ao Inferno… Dizem… Bem - vindo ao Inverno permanente, morada sem luz, poltrona de tecido moldada por gente.
Sua alteza… Esta é a sua nova morada.
Minha nova morada…
Ousada a vaga de mar verte o corpo excitado que mãos sinceras elevam, cavalgam as novas moradas do céu, sou cavaleiro do tempo numa armadura de vento.
As gentes, meu trono… O fio desta arma enclausura a nuvem que logo se dissipa consumida pelo sabor da trovoada.
O livro sagrado, páginas desmitificadas, os olhos sangrando, os corpos caem, tão farto…
Poltrona onde sento o tempo, anjos de veste escura acomodam-se na cama onde me sento, o pensamento é ouro que flui nas veias irrequietas deste pesadelo.
A ala real afasta as cortinas… Deixem passar! Deixem passar!
Abrem-se as portas dessa morada, sonho enclausurado namora a vaga de chuva, são olhos de cristal que te constroem nas mãos de cavaleiro a moldura pálida de novo reino.
Sou rei, das estrelas inventadas em noite escura, que espada nobre meu corpo segura, batalha dos meus pensamentos a alma escura, são as vagas de mar ousadas que meu corpo enclausura.
Rei de nascimento, mendigo em prados sangrentos, da fome escura o momento fatal são os presentes, gente de medo conforta os prados ainda verdes, batalha de sol e de chuva, o céu vende pedaços de inferno, na nostalgia desta pintura ferida de Inverno.
De que cor? … Quem sou eu?
Um lugar sereno, a arma dispara cega de ódio, consigo ver as almas subindo, a nuvem escura alimentada, o céu tão gigante e tão pequeno.
Sou rei… Das paisagens um eco, a palavra recitada no palácio de cristal, é pó na poltrona emoldurada onde me cerquei.
Atrás de mim o pesadelo súbdito das minhas carências.
Céu e inferno, a gente humana cava sepulturas de silêncio, vida eterna a alma promete, vontade divina de um rei é para sempre.
Quem precisa de abrigo?
Abrem-se as portadas, a sala monstruosa acolhe fragmentos de alma ou gente.
Onde está o meu reino?
Tudo à volta é carnavalesco, o sol vermelho, o céu de cinza rasgando o olhar de quem o consome, ser rei… Ser gente, prisioneiro de um qualquer lugar.
Sim, ser rei não é mais que ser gente igual a outra gente.
Chamam-me plebe? Não chamam-me homem, com um lugar cativo em qualquer outro céu com janelas de diamante ou de vidro.
Bem - vindo ao Inferno… Dizem… Bem - vindo ao Inverno permanente, morada sem luz, poltrona de tecido moldada por gente.
Sua alteza… Esta é a sua nova morada.
Paulo Themudo
"Não..."
Não quero a insignificância,
Comprar palavras, sentir-me gigante.
Não quero a magia
Provar do horizonte o teu rosto distante.
Não quero ficar sem luz
Cair a tropeçar na louca escadaria
Onde te quis abraçar...
Não quero o silêncio que me comove
Com forças poderosas me arrasta as correntes
Do naufrágio vazio,
Que foi o meu coração a envelhecer
Noutro tempo.
Não quero ser mão poeta
Rasgaar os teus lábios na tela gigante
Que pinto,
Nestes sonhos com que me acordas as noites.
Não quero suplicar por ti.
Não quero modificar o que há em ti.
Não quero sufocar sem razões para ficar.
Não quero o teu slêncio.
Não quero não saber quem és.
Não quero ter de suplicar
Com que palavras me hás-de acordar.
Não quero gastar o tempo
A correr fraquejado o teu momento.
Não quero ser indigno.
Não quero ser perfeito nas tuas mãos.
Não quero ser mendigo.
Não quero escrever a poesia.
Não quero tingir a tela
Onde naufraga a obsessão do teu nome.
Não...
Não é obsessão.
É amor... É amor...
É amor.
Paulo Themudo in "Repousadas Mãos Que Sentem" - 2006
Comprar palavras, sentir-me gigante.
Não quero a magia
Provar do horizonte o teu rosto distante.
Não quero ficar sem luz
Cair a tropeçar na louca escadaria
Onde te quis abraçar...
Não quero o silêncio que me comove
Com forças poderosas me arrasta as correntes
Do naufrágio vazio,
Que foi o meu coração a envelhecer
Noutro tempo.
Não quero ser mão poeta
Rasgaar os teus lábios na tela gigante
Que pinto,
Nestes sonhos com que me acordas as noites.
Não quero suplicar por ti.
Não quero modificar o que há em ti.
Não quero sufocar sem razões para ficar.
Não quero o teu slêncio.
Não quero não saber quem és.
Não quero ter de suplicar
Com que palavras me hás-de acordar.
Não quero gastar o tempo
A correr fraquejado o teu momento.
Não quero ser indigno.
Não quero ser perfeito nas tuas mãos.
Não quero ser mendigo.
Não quero escrever a poesia.
Não quero tingir a tela
Onde naufraga a obsessão do teu nome.
Não...
Não é obsessão.
É amor... É amor...
É amor.
Paulo Themudo in "Repousadas Mãos Que Sentem" - 2006
"Não Fui Além de Mim Nem do Tempo"
Fatal momento
Será distante, casualmente eu,
Não passarei de um pensamento.
Fechado na noite
Olhos de vidro respiram chuva,
Brilho de Inverno,
Nuvem suja de pó,
Qual alma serena de perder sem dó.
Fatal momento
Das portas abertas
Das cercas da minha guerra
Despedida terna, amada flor
As tuas mãos são névoa.
Desiquilibrado o dia
Da terra para onde parto
Ausenta-se nua e fria
A alma insistida
Com que me vestia.
Queria não parar de correr...
Fatal momento
Entorna-me o beijo, desalento,
Vâ esperança, ser espírito livre
A vaguear o teu pensamento
Sem asas feridas, voar o tempo.
Um tempo que não passa.
Designado a não ser nada
Sem olhos, chama viva e clara,
Coração embala distâncias
Da arte não sou mais nada
Deixo ao teu critério, esperanças.
Fatal momento
Experimenta-me do silêncio
Contendo
Luz da vela onde te respiro
Suor do corpo onde me abrigo.
Queria não parar de te ver...
E nunca desistindo
Afogando o pensamento triste
Acordada a alma cansada
Estou convencido, respiro,
Deitado a teus pés
Sinto-me a alma mais amada.
Fatal momento
Deixa-me a pensar...
Quero estar aí.
Quero acordar.
Queria não parar de te ver.
Paulo Themudo in "Silêncio Transparente do Meu Corpo" - 2007
Será distante, casualmente eu,
Não passarei de um pensamento.
Fechado na noite
Olhos de vidro respiram chuva,
Brilho de Inverno,
Nuvem suja de pó,
Qual alma serena de perder sem dó.
Fatal momento
Das portas abertas
Das cercas da minha guerra
Despedida terna, amada flor
As tuas mãos são névoa.
Desiquilibrado o dia
Da terra para onde parto
Ausenta-se nua e fria
A alma insistida
Com que me vestia.
Queria não parar de correr...
Fatal momento
Entorna-me o beijo, desalento,
Vâ esperança, ser espírito livre
A vaguear o teu pensamento
Sem asas feridas, voar o tempo.
Um tempo que não passa.
Designado a não ser nada
Sem olhos, chama viva e clara,
Coração embala distâncias
Da arte não sou mais nada
Deixo ao teu critério, esperanças.
Fatal momento
Experimenta-me do silêncio
Contendo
Luz da vela onde te respiro
Suor do corpo onde me abrigo.
Queria não parar de te ver...
E nunca desistindo
Afogando o pensamento triste
Acordada a alma cansada
Estou convencido, respiro,
Deitado a teus pés
Sinto-me a alma mais amada.
Fatal momento
Deixa-me a pensar...
Quero estar aí.
Quero acordar.
Queria não parar de te ver.
Paulo Themudo in "Silêncio Transparente do Meu Corpo" - 2007
"Mergulhei o Horizonte"
Atormentado, evitando o desígnio
A dor, solta-se, gritando,
Transpira a alma segura, domínio
A morte deixa um sabor inevitável.
Sinto-me engrandecer
Os olhos vertem, os...
Os olhos sentem, mergulhados em mim,
A maré revolta-se, os corpos nus.
Eu e os meus dragões
Ou eu e, os meus fantasmas,
Deixo aqui pegadas
Palavras ensinadas, sacrificadas.
Atormentado, evitando o destino
Fico esperando, quando penetras em mim
Química desigual, parece o fim,
Sinto-me engrandecer, enfim.
Eu e os meus sonhos
Desastradamente aos encontrões
As paredes sujas de palavras
Foram os sonhos assassinados, emoções.
Cresci e mergulhei no que vi
Vontade de navegar os teus seios
Loucura, filosofia, tenho medos,
Mergulhar o corpo e não ter meios.
Atormentado, por não ser nada,
Seja: Por não ser nem saber nada,
A dor rasga-me, as veias sangram,
As palavras são agora, alma, estrada.
Eu e os meus pensamentos
Deitado no horizonte despido
Vingo a aurora com momentos
Divago silencioso, olhos, o sorriso...
Atormentado, mergulho a vida,
Um prazer imaculado, teu corpo,
Envolvência sinistra, será meu um dia...
A morte deixa um sabor inevitável.
Sim...
Estou morto.
Paulo Themudo in "Fui... O Que Já Não Sou!..." - 2008
A dor, solta-se, gritando,
Transpira a alma segura, domínio
A morte deixa um sabor inevitável.
Sinto-me engrandecer
Os olhos vertem, os...
Os olhos sentem, mergulhados em mim,
A maré revolta-se, os corpos nus.
Eu e os meus dragões
Ou eu e, os meus fantasmas,
Deixo aqui pegadas
Palavras ensinadas, sacrificadas.
Atormentado, evitando o destino
Fico esperando, quando penetras em mim
Química desigual, parece o fim,
Sinto-me engrandecer, enfim.
Eu e os meus sonhos
Desastradamente aos encontrões
As paredes sujas de palavras
Foram os sonhos assassinados, emoções.
Cresci e mergulhei no que vi
Vontade de navegar os teus seios
Loucura, filosofia, tenho medos,
Mergulhar o corpo e não ter meios.
Atormentado, por não ser nada,
Seja: Por não ser nem saber nada,
A dor rasga-me, as veias sangram,
As palavras são agora, alma, estrada.
Eu e os meus pensamentos
Deitado no horizonte despido
Vingo a aurora com momentos
Divago silencioso, olhos, o sorriso...
Atormentado, mergulho a vida,
Um prazer imaculado, teu corpo,
Envolvência sinistra, será meu um dia...
A morte deixa um sabor inevitável.
Sim...
Estou morto.
Paulo Themudo in "Fui... O Que Já Não Sou!..." - 2008
12 de maio de 2008
"O Preço da Alma"
Palavras…
Da varanda perdida do meu mundo, horizonte adormecido nestas mãos calmas que olhos de verão acordam.
Não tenho palavras caras! Não as conheço… A alma inflige um movimento fatal que mão de Deus desenha a traço fino, o rumo, horizonte padecido de sonho amarga a voz deste silêncio reinventa o meu esconderijo adormecido.
Dentro de mim vivem e morrem todos os dias, são desenhos de flores sem cor, sombras gigantes de medo estendem os tapetes vermelhos da minha realeza inadmissível.
Sangue nobre guarda as veias, palavras são nada ou mãos cheias, do pouco que a calçada oferece, meu alimento é o tempo.
Não tenho palavras caras! Tenho fantasias, castelos dominados por princesas, dragões lutando com os meus fantasmas, espelho absorve desta face pálida o que resta de ser tudo ou nada.
Acordo, sonâmbulo todos os dias, tropeçando, deambulando num copo de água que é a minha sede absorvida.
Sou criança, nasci agora, não vi nada, as garras desse vento debatem-se nas costas sofridas, o coração consome, alma gasta, palavras velhas, são estas, resultados de ilusão e mentira.
Tenho este sentimento, tenho esta fé em mim, nasci a acreditar que vivendo o sonho nada mais teria fim, mesmo nos dias em que acordo apático de mundo e de todos, tomo ainda o gosto de algumas palavras, esperançado que o livro que as mãos lavram com recados, tenha finalidade.
Não tenho palavras caras! Tenho as minhas, que são a face, que são o choro, que são silencio, que são verdades ou mentiras neste sonho assombrado onde me escondo.
Estico os braços, a varanda perfeita, voam no ar versos, são a minha vestimenta, de alma que se deita.
A varanda do meu mundo espelhos redundam, a paisagem, fantasia e sonho numa só imagem. Os meus gritos confundidos na brisa que passa, palavras…
Queimadas, carenciadas, são as minhas, não são devotas sensatas, muito menos caras!
Entretenho os dedos, jogando ao ar pensamentos, são crianças que correm desesperadas para a boca de um Deus, só meu!
São estradas que principiam sombreadas, estendidas nas mãos iluminadas de um qualquer anjo no percurso de umas escadas.
O céu suplica-me essas palavras, as que eu não dei…
As minhas palavras, não são palavras caras! Mas…
Talvez na pronúncia deste meu silêncio, a alma nobre dê sujeito ao sangue, estes olhos cansados de chorar, tão tristes de ver o mundo, sonham! Sim… Sonham!
Haverão sempre crianças nas minhas palavras, haverá sempre caminhos nas estradas, mãos cansadas serão sempre alimentadas, nada faltará, jamais! Enquanto eu…
Enquanto eu tiver palavras, mesmo que não sejam as mais caras!
Da varanda perdida do meu mundo, horizonte adormecido nestas mãos calmas que olhos de verão acordam.
Não tenho palavras caras! Não as conheço… A alma inflige um movimento fatal que mão de Deus desenha a traço fino, o rumo, horizonte padecido de sonho amarga a voz deste silêncio reinventa o meu esconderijo adormecido.
Dentro de mim vivem e morrem todos os dias, são desenhos de flores sem cor, sombras gigantes de medo estendem os tapetes vermelhos da minha realeza inadmissível.
Sangue nobre guarda as veias, palavras são nada ou mãos cheias, do pouco que a calçada oferece, meu alimento é o tempo.
Não tenho palavras caras! Tenho fantasias, castelos dominados por princesas, dragões lutando com os meus fantasmas, espelho absorve desta face pálida o que resta de ser tudo ou nada.
Acordo, sonâmbulo todos os dias, tropeçando, deambulando num copo de água que é a minha sede absorvida.
Sou criança, nasci agora, não vi nada, as garras desse vento debatem-se nas costas sofridas, o coração consome, alma gasta, palavras velhas, são estas, resultados de ilusão e mentira.
Tenho este sentimento, tenho esta fé em mim, nasci a acreditar que vivendo o sonho nada mais teria fim, mesmo nos dias em que acordo apático de mundo e de todos, tomo ainda o gosto de algumas palavras, esperançado que o livro que as mãos lavram com recados, tenha finalidade.
Não tenho palavras caras! Tenho as minhas, que são a face, que são o choro, que são silencio, que são verdades ou mentiras neste sonho assombrado onde me escondo.
Estico os braços, a varanda perfeita, voam no ar versos, são a minha vestimenta, de alma que se deita.
A varanda do meu mundo espelhos redundam, a paisagem, fantasia e sonho numa só imagem. Os meus gritos confundidos na brisa que passa, palavras…
Queimadas, carenciadas, são as minhas, não são devotas sensatas, muito menos caras!
Entretenho os dedos, jogando ao ar pensamentos, são crianças que correm desesperadas para a boca de um Deus, só meu!
São estradas que principiam sombreadas, estendidas nas mãos iluminadas de um qualquer anjo no percurso de umas escadas.
O céu suplica-me essas palavras, as que eu não dei…
As minhas palavras, não são palavras caras! Mas…
Talvez na pronúncia deste meu silêncio, a alma nobre dê sujeito ao sangue, estes olhos cansados de chorar, tão tristes de ver o mundo, sonham! Sim… Sonham!
Haverão sempre crianças nas minhas palavras, haverá sempre caminhos nas estradas, mãos cansadas serão sempre alimentadas, nada faltará, jamais! Enquanto eu…
Enquanto eu tiver palavras, mesmo que não sejam as mais caras!
Paulo Themudo
7 de maio de 2008
"Antologia 2008 Amante das Leituras" - Edium Editores

A edium tem o prazer de anunciar a edição da Antologia Poética 2008, Amante das Leituras, para o próximo dia 31 de Maio. Este ano, a Antologia contará com as participações dos seguintes autores: Alexandra Oliveira, Ana Maria Costa, Carlos Alberto Roldán (Argentina), Carlos Luanda, Denilson Neves (Brasil), Geraldes de Carvalho, Jorge Vicente, José-Augusto de Carvalho, José Dias Egipto, José Gil, Manuel C. Amor, Maria João Oliveira, Maria Rita Romão, Mónica Correia, Paulo Themudo, Samuel Gomes, Túlio Henrique Pereira (Brasil) e Vera Carvalho.
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